| A música. |
[Jan. 31st, 2009|07:18 pm] |
Segmentos de inspiração no iniciar do meu dia propagaram-me palavras para e proveniente a mim a era digital. O meio de comunicação tecnológico.
O favoritismo é-nos concebido através dos nossos estados de espírito. Inconstante e impermanente é a mente e a vida humana, respectivamente.
No decorrer daquilo que se passa no mundo, a observação é dual, catastrófica de sua frieza e puramente bela da sua natureza que causa-efeito certos fenómenos. A música é um deles.
A ligação entre todos os seres humanos complexa e subjectiva leva-me a concluir algo de concreto e objectivo: o amor. Pode ser manifestado de variadíssimas maneiras.
Nas novas tecnologias, o existencialismo, ao contrário daquilo que muitos possam pensar, ou seja, o a vertente filosófica, é um dos elementos fundamentais para a compreensão das mesmas e de todo lado emocional das nossas experiências; os motivos saciados e as certezas disponíveis à nossa influência.
Certamente que podemos amar alguém que ainda nem sequer conhecemos como alguém que odiamos ou até que nem achamos que merecemos. |
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| Dedicado ao Aniversário do menino Jesus em Portugal. |
[Dec. 28th, 2008|10:40 pm] |
Aniversário
No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos, Eu era feliz e ninguém estava morto. Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos, E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer. No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos, Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma, De ser inteligente para entre a família, E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim. Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças. Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida. Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo, O que fui de coração e parentesco. O que fui de serões de meia-província, O que fui de amarem-me e eu ser menino, O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui... A que distância!... (Nem o acho...) O tempo em que festejavam o dia dos meus anos! O que eu sou hoje é como a humidade no corredor do fim da casa, Pondo grelado nas paredes... O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas), O que eu sou hoje é terem vendido a casa, É terem morrido todos, É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio... No tempo em que festejavam o dia dos meus anos... Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo! Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez, Por uma viagem metafísica e carnal, Com uma dualidade de eu para mim... Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes! Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui... A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos, O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado —, As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa, No tempo em que festejavam o dia dos meus anos... Pára, meu coração! Não penses! Deixa o pensar na cabeça! Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus! Hoje já não faço anos. Duro. Somam-se-me dias. Serei velho quando o for. Mais nada. Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!... O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...
(Álvaro de Campos)
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| Sonho. |
[Oct. 13th, 2008|05:20 pm] |
Uma bola de cristal no meio do esgoto Onde um casal faz amor no meio dos ratos. Os bébés esfomeados tentam roer as mãos do homem Que segura a mulher frente a frente com o seu tronco, As suas pernas mais longas tentam equilibrar-se seguras encostados pelo dorso, Pele macia, beijo ejaculativo, beleza de olhos felinos, Há muita carne com fartura, A carne do sexo, Onde só se reparam nesses pormenores.
Casa escura, janelas pretas, vidros duplos claros, Uma banda das trevas que toca em época flower power, Vocalista vaidoso, cabelo longo, negro, ondulado, Mensagem explicita para meia dúzia de gatos pingados.
Vejo ontem o dia de amanhã nos meus sonhos, A loucura define-se pela inteligência Onde a Democracia se define pelos valores individuais E a natureza de um povo nunca foi política, Nunca aprenderam nada relacionado com o género. O trabalho sempre se definiu repressão.
A solidão é um bem estar, O ego é uma prisão. |
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| Acordei com uma enorme vontade de ouvir isto: |
[Jul. 15th, 2008|05:30 pm] |

"10.000 anos depois entre Vénus e Marte, de José Cid, é um álbum de Rock progressivo uma Ópera rock e também um dos poucos albuns de Rock espacial em Portugal, editada pela Orfeu / Arnaldo Trindade em 1978. Embora pouco conhecido no seu país de origem, tem sido bastante mais aclamado no resto do mundo, chegando mesmo a ser incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo de todo o mundo de todos os tempos, numa lista organizada por uma revista inglesa. Este album tem influencias de bandas psicadelicas como é o caso da banda Pink Floyd" Lol - esta Wikipédia recheada de cultura, hã!
Faixas:
- O Último Dia na Terra (José Cid) - 4:21
- O Caos (Manuel Lamas / Mike Sergeant) - 6:00
- Fuga Para o Espaço (José Cid) - 8:10
- Mellotron, o Planeta Fantástico (José Cid) - 6:43
- 10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte (José Cid - Zé Nabo) - 6:05
- A Partir do Zero (Ramon Galarza - José Cid) - 4:43
- Memos (José Cid) - 2:07
O meu maior problema é que não tenho este albúm e não sei como o vou arranjar! :( Ah, mas vai ter de ser! xD
Com certeza ainda dá para darmos aqui um cheirinho, mas deixa tanto a desejar:
http://www.cdgo.com/artigoDetalhe.php?idArtigo=1366370
Velhos tempos! - (Velhos tempos em que ouvia esta malha também!) Hei-de ver se consigo voltar a pegar numa "pérola" destas! x) |
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| A luta intermédia e interlúdio contra o pagão. |
[Jul. 7th, 2008|09:50 pm] |
Quando as portas da percepção se elevam para o fim, eis a renovação do meu conhecimento. Eis a estrutura da constante mudança disforme em noção de tempo, tudo misturado na racionalização da razão e toda a manifestação processada em emoções. Todos os sentimentos caracterizam a vivência do momento, a energia da vida e os seus pólos em formulação de todo o seu sentido. Um pagão tentou-me significar e caracterizar todo o sentido da existência das religiões. Profundo de orientação, tentou explicar que todos os nossos desejos estão sob o sentido da energia de Marte. Um guerreiro de pensamento eu sou, e todo o meu âmago brota este mito. Tento ficar sozinho todos os dias para controlar o meu ego, e ele só desaparece com a experiência da partilha, da troca de vivências e estados de espírito, do entendimento da comunicação. Vivo enganado em muitos percursos, ou tentam enganar-me para ver se chego ao correcto. Tudo isto é uma troca, onde o equilibrio se forma entre o preenchimento, e o vazio. Portanto, a preocupação é desnecessária, o caminho do meio é o correcto. E o amor faz escalar por entre emoções de vertigens. O desejo é um absurdo manifestante que cria sentido ao mundo. Todo este seria inerte sem isso, o poder é um estado de personalidade. A mentira é absurda, o fingir é absurdo, a verdade é absoluta. Sempre dividido entre o bem e o mal inspirado na árvore do conhecimento das profecias divinas e todo o misto para nos sentirmos felizes, a minha casa é o mundo. Não vou revelar a verdade secreta! As pessoas ainda não conhecem no seu absoluto a era de Aquário, apenas algumas manifestações e algumas físicas possivelmente deturpadas. É aqui que entra o paganismo, e a luta pelo meu amor. Apesar de tudo isto continuo sem me conhecer, só vim aqui cumprir uma missão, o destino e objectivo não sei. "Pedras no caminho?" Nada significa nada. Para quê preocupar? Tudo significa tudo! Contemplo com agradecimento todo o amor que sentem por mim. Graças a Deus, eu também amo os outros. E o tempo é tão lento! Tão pequeno para o meu impulso! E ainda sou tão novo para me apaixonar...! |
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| Deos |
[Jan. 21st, 2008|02:27 am] |
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Um estranho mundo obscuro invade um todo. Este todo é correspondente a uns tantos outros todos que formulam um todo: um enxame de multifacetados. O contar de histórias por um fascínio também representa um pequeno todo, uma personalidade, uma essência, existência e comportamento de ser complementar a uma pureza, uma bem-aventurança no estado de felicidade perfeito de se ser. O mundo obscuro ainda complementa aqui, uma espécie de fora de luz, o planeta abençoado, ainda é grande e de longo percurso, a paciência da permanência da existência da dureza da vida. Mas um activo de estética perplexa aqui, a luz, a beleza, o bem-estar, a precisão… É maravilhoso observar o evoluir do mundo, o crescer, o transformar, uma empatia a Plutão, uma ascensão. Nunca pensei que o ano da morte se desse no período do Louco, ironia do Destino! Na arte percepciona-se um imperador de outro lugar, guerreiro nesse sítio, onde está, onde a sua presença se encontra, e prova-se da sua imperfeição. É milagroso e de bom agrado ter-se a felicidade sagrada, a alegria de se existir e amar. Todo o libertar de pensamentos é um momento sagrado de se existir. Não me preocupo com a construção, deixo-a fluir levianamente, deixo que as coisas se formulem e se processem como eu próprio, a mecânica superior da existência. A beleza de ver as coisas é o meu Maia, um calendário temporário como a minha passagem antes, o agora e depois, no Passado e no Futuro. Uma estrela planetária amarela dos céus na terra é escravizada pelo fascínio das virgens e da luta contra as bruxas. O ego invade a teoria da conspiração e a fome trespassa as esferas para a manifestação do ser, uma ligação como os céus na terra, a união do céu com a terra. Haja glamour, trash, clash. Haja experiência e vida no mundo. Vibração de partículas, potenciais, grande com características ramificadas, a personificação do eu. As ramificações também são grandes, ou melhor, de grandeza. Não sei em que tempo e espaço irei parar, espero que seja bom, e nunca mais aqui, em ascensão, talvez se apetecer a saudade de cá voltar. Ainda na era da aprendizagem, o sangue quente nas mãos frias percorre nas veias. Sinto que agora esta morreu e vai passar para outra. Temos de manter o equilíbrio da nossa internacionalidade. As más impressões, as sensações ilusórias, os caboclos ou anjos que nos protegem, o não saber, conhecimento sem sabedoria. O esforço sem apoio de uma essência de vida, a melhoria, a destreza de ser. Vamos lá então falar da terra no ar criativo de gémeos: o subtil porto encorpado, o veludo corrido na língua e toda a boca. Pouco nas bochechas, não são muito largas, o ar não é muito bebedolas. As substâncias ingeridas e posturas formulam a aparência. Sensação apagada pelo apego aquando da distribuição natural e o ciclo das coisas. Tenho preocupações na minha perfeição desnecessárias e absurdas que eu atraí. Pensar é algo que faço, mas, (rindo-me), não sei descrever, com certeza nem saber o que fazer. Que sistemas de grande responsabilidade se processam mecânica e repetidamente! A vontade egoica do devir mistura-se absurdamente e tudo isto sente-se que é mentira. O que conta é a intenção e a bondade acima de tudo. E a puta da preocupação persiste; por favor peço a Deus que me corra tudo bem. O esforço, luta, conquista, busca, e construção para as coisas. Oxalá os esforços das culturas à união com beleza e felicidade traga o conhecimento para o atingir da sabedoria. As coisas transformam-se sempre com a surpresa e novidade da mudança do tempo, hormonas em alta, prazer, carne, um pouco de censura não sei porquê e harmonia. Vontade, o que conta e o que está sempre é na vontade. Podia ser mais simples ainda na minha escrita… Escrever é pensar; penso que sim! O carinho e feição pelas coisas, mas não apego, não resistência também à natureza e dívida das coisas. Maravilha a criação do homem e a sua existência, ele é perfeito! O contar do pensar só tem a ver na consistência do sítio, vamos pensar bem e melhor. Sobretudo o que interessa é pensar…, sempre…, bem! Superfícies encravadas e mudanças no tempo. Quais delas serão; como me liberto daqui? Penso que o que procuro para mim é inútil! O charme custa caro, e a ilusão é uma piada! Agradeço a Deus, pois a paciência e o amor prevaleceram em mim. Parece que controlo tudo, ou que tudo tem influência sobre mim. |
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| Carta a Joaquim Fernandes. |
[Dec. 18th, 2007|04:20 am] |
Sinceramente já estava com saudades do Live Journal, De ver as pessoas pelo retrato que lhes confere um rosto na minha imaginação. A ouvir um som antigo, até bastante recente do tempo que ela me é conhecida - É só porque é do último álbum, mas quem gosta disto, gosta sempre. O comportamento simples das pessoas fascina-me, Se calhar foi por causa disso que antes me concentrava, Tão envergonhado e controlado de sentidos. Cada vez mais o amor esboça-me tranquilidade Comportando um mistério que cresce de forma imparável Conforme vai fluindo o aumento de culto e conhecimento. Quando recorro ao passado é com saudade e nostalgia, O típico português sentado de perna cruzada a pensar na vida, Se for até um bocadinho mais ousado bebe uma aguardente velha Ou uma cerveja se for mais tipologicamente bárbaro, (Acho que pertenço mais a este segundo tipo), Se bem que quando assumo a minha carga intelectual, Fedido quando passa para a intriga social, Sou bem capaz de abusar dos bens que me são levados na vida, E carrego bem ultrapassando mesmo com um bom tinto ou porto.
Sou a favor, Sr. Joaquim Fernandes, da apologia à espiritualidade, Apesar de compreender os grandes fenómenos e vantagens da ciência, Ela comporta uma carga responsável fabulosa. Apesar disso, entendo o meu comportamento e minha observância Da minha própria pessoa Ser somente constante de minhas avaliações E atingir o nirvana nas minhas meditações sempre que quiser. E entender como me bem Deus concebeu o dom e a capacidade aqui na Terra De perceber que toda a materialidade é ilusória: Um naco muito reduzido de pó que reveste, Para os nossos olhos carnais, Toda a magnificência divina, Sendo aquela absoluta ilusão comparado com esta. Um recreio infantil, um parque de diversões - É onde estamos, a brincar.
Ouço então este velho som, porque me recorda… Apesar de já não ouvir todas aquelas que compreendem o historial. Já nem sequer sinto o cheiro daquele sofrimento infantil interpelado pela ignorância E medo, por ser criança, de amar e expor todo este amor e arrogância artística. Sim, sou um pouco arrogante, mal-humorado, não acredito, mas chato. Estúpido ainda de não ter tomado consciência da minha insignificância Apesar de já a saber, E não é um problema de assumir, Mas sim de tomar contacto com a sabedoria, Aquela que nos é só competido a nós como Deus interpela nas suas construções, Por isso é que acedo à minha fantasia e emoção no reconforto de minha casa E divago no conhecimento, Por outras vezes no pensamento, E atinjo o orgasmo intelectual Que cria o prazer de viver aqui nesta realidade e percepção Que somente esta os olhos compreendem.
No fim do dia, De regresso a casa, Cansativo e abusivo de informação, Entendi a perdição de minha localização terrena, A razão e a racionalidade não criavam senso para a minha existência Os pensamentos fluíam em vão para a satisfação do meu ego, Desenvolvido e morto para um patamar qualquer Que se perdeu e já não sei onde está (Com certeza apelado e apegado à emoção, ao Yin, Preso a uma mulher qualquer, que não quero dizer vulgar, Mas a qual ainda não sei quem é e onde está Porque é o ego que ridiculariza em absurdo toda a lógica para torturar E eu não deixo! Ou pelo menos não quero deixar…).
É por isso que sou de acordo Não só pelo respeito e carinho e grande admiração que tenho por si Que as provas são deveras sensatas A exigência da ciência merece ser fidedigna. Por outro lado agora todos os fenómenos destas naturezas se vão juntar, Pois tudo é uno na natureza e Deus, Com esta informação, Não mente! E o senhor, com a sua sabia maneira de me partilhar o seu conhecimento Confirmou-me a verdade de minhas intuições. Newton herético, Tão absurda e receosamente contradito e encoberto, Passou a representar a alquimia com respeito, A esboçar a magia mística com verdade e senso para os leigos, A apelar a importância e a ajuda prova com a química, Mas não me preocupo e quero lá saber das provas, Pois o que conta para mim é a felicidade e a abertura, Para que todos estes fenómenos comportados que nos levarem à ascensão Às verdadeiras razões de nossos propósitos, A saber dizer como e porquê, E ainda ninguém sabe…
Fico feliz pela existência da estética e da arte, Duas razões as quais amo este planeta, E decidir reencarnar cá, Com a missão de salvação, E a incerteza de razão, Estas características apelam a mim e a meus familiares, Dotados da mesma componente que eu segundo a moral tibetana, E carregada de sentido, Pois trata-se de descendência, criação, partilha e legacia A todos os níveis: físicos e psíquicos.
Continuo sem pressa na fase da assimilação, Na procura da redescoberta do que já sei e tenho de fazer, Ainda não entendo bem o erro, mas hei-de privá-lo, Por amor, absolutismo de paz e serenidade.
O meu agradecimento pela sua partilha, bondade e carinho, O qual, apesar de pouco e vago, Completou a razão e plenitude da noção da existência Que é só ela e por ela um agradecimento, O agradecimento, Um amor, no amor, O Amor! |
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| Sexta-Feira, 9 de Novembro de 2007- 03:45 a.m. |
[Nov. 9th, 2007|07:46 pm] |
"O meu nome?! Hum... não o vou dizer! Porquê?! Não faz falta! Finalmente a televisão faz-me falta. Sôfrega para compreender e dizer o meu nome. Um aparelho medíocre. Eu é que o controlo! Controlo a dizer além de todo o poder. Desculpem, aliás não me apresentei! O meu nome é Alexandre Vaz! Sou um fragmento do espectro do Fernando Pessoa E vim dizer além mar de todas as partículas constituintes. Sou um típico Português e vivo na Beira Litoral Numa terra de peixe e ar. Vento sob a foz de uma margem para sul, Alento e talento para a fantasia e a aventura. Sou um além do mar, Desfilo-me nas zambujeiras. Muita luz para os que persistem Pois dos seus céus uma continuidade contra o luar.
Compreendam a propensão da fantasia Com a electromagnética das ciências físicas E a intencionalidade aleatória no arbítrio humano." |
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| O sonho, a memória, a lua... |
[Oct. 28th, 2007|07:14 pm] |
| [ | Current Music |
| | Left behind- Zero 7 | ] | Esta noite sonhei contigo, Sonhei com o nosso começo, Sonhei com o relembrar e o recordar, O voltar a ver-te.
- “O andanças vai começar hoje em S. Pedro do Sul!” Ouvia dizer isto em todos os cantos e esquinas onde passava, No recanto dos hippies, Na tribuna dos intelectos, No comboio enquanto viajava para o meu destino de responsabilidade, Na configuração e mistura que fazia daquela realidade, No coração de todos os meus melhores amigos, Toda a gente sentia e estava disponível para o Amor.
Era dia de segunda-feira, Eram cálculos precisos ao mesmo tempo que não fazia ideia onde estava. Não fazia mesmo a mínima ideia de onde estava; Mas o que é que isso importa Quando era o melhor sitio e dia do Mundo?
Era o dia da lua, segundo os astrólogos. Com certeza que a emoção estava bem presente. O sentimento mais puro e eterno do Mundo. Não te vi, não fazia a mínima ideia onde estavas, Mas não me saias da cabeça, Eras o centro mais terno de toda esta pequena realidade momentânea. Pois o nada do que não existe, O pequeno e insignificante vazio, É todo o grande sentido e resposta do universo.
O não ver de ver, O sonho do sonho, A grande significância da mais pequena insignificância, O momento, O acontecimento, Palpável ou não, Visível e invisível, Com magnificência e magia maravilhosa ou desmembrado de sentido: A existência! O facto e prova Em que o seu corpo físico e acção morre E a essência permanece…eternamente…para sempre…
Agora, apelo à memória. Falaram-me muito dela hoje, O desta realidade, Onde cremos e materializamos, Onde pensamos que é tudo, Aquele tudo do que do tudo se formula o nada e transforma-se. Vivemos na ilusão e desaparece. E todo o preto dá o esplendor do branco da luz, A harmonia do resplandecer, e mais uma vez a maravilha, A magnificência, A fantasia, A essência. O que não tem nome, Despropósito de sentido de compreensão para as nossas limitadas cabeças, Mas que temos a divindade do que baptizamos prazer de chamar.
Morto ou vivo, Corpo ou espírito, O que é! Universal, ou individual, ou…enfim…o infinito…
A memória, então: Aquela menina pura de ser, Onde o amor brota sem malícia alguma, Incompreensível de tamanha grandeza de qualidade num ser só. Puro, simplesmente porque existe. Daí ter atingido a magia divina benigna de mais elevado, Tanto na terra como no céu. Lembro-me disto como se fosse hoje, Contado, sem ver, E a ver tão clara e precisamente.
A eternidade tem de tão puro, belo e permanente Como desqualificado de qualquer compreensão ao significado e sentido. Exactamente onde se formula a eterna e também permanente bem-aventurança, Onde a passagem, enfim, existe. |
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| 2012 |
[Oct. 9th, 2007|09:07 pm] |
Pushing thru the market square, so many mothers sighing News had just come over, we had five years left to cry in News guy wept and told us, earth was really dying Cried so much his face was wet, then I knew he was not lying I heard telephones, opera house, favourite melodies I saw boys, toys electric irons and t.v.s My brain hurt like a warehouse, it had no room to spare I had to cram so many things to store everything in there And all the fat-skinny people, and all the tall-short people And all the nobody people, and all the somebody people I never thought Id need so many people
A girl my age went off her head, hit some tiny children If the black hadnt a-pulled her off, I think she would have killed them A soldier with a broken arm, fixed his stare to the wheels of a cadillac A cop knelt and kissed the feet of a priest, and a queer threw up at the sight of that
I think I saw you in an ice-cream parlour, drinking milk shakes cold and long Smiling and waving and looking so fine, dont think You knew you were in this song And it was cold and it rained so I felt like an actor And I thought of ma and I wanted to get back there Your face, your race, the way that you talk I kiss you, youre beautiful, I want you to walk
Weve got five years, stuck on my eyes Five years, what a surprise Weve got five years, my brain hurts a lot Five years, thats all weve got Weve got five years, what a surprise Five years, stuck on my eyes Weve got five years, my brain hurts a lot Five years, thats all weve got Weve got five years, stuck on my eyes Five years, what a surprise Weve got five years, my brain hurts a lot Five years, thats all weve got Weve got five years, what a surprise Weve got five years, stuck on my eyes Weve got five years, my brain hurts a lot Five years, thats all weve got Five years Five years Five years Five years

No dia 21 de Dezembro de 2012 acaba o Calendário Maia.
http://www.eusouluz.iet.pro.br/eramaia.htm Era Maia
http://www.pan-portugal.com/library/articles/2012.html PAN Portugal: 2012, A Odisseia
http://www.pan-portugal.com/ PAN Portugal: Home Page
http://br.geocities.com/clivert75/maias.html maias |
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| (no subject) |
[Oct. 3rd, 2007|05:48 am] |
 "Um dia, esvaziei completamente o interior de um bocado de pão, e que pensam que coloquei em seu interior? Um pequeno Buda de bronze, cuja superfície metálica enchi de pulgas mortas. Depois, fechei a abertura do pão com um pau, cimentei tudo ... de modo a formar um todo homogêneo, como se fosse uma pequena urna, no cimo da qual escrevi: 'Compota de cavalo.' O que significava isso?"Salvador Dali |
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| Por tudo o que sabemos. |
[Aug. 20th, 2007|06:50 am] |
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Tudo é indefinível e incompreensível para o raciocínio humano, Pois tudo é ilusão. Devíamos nós temer tudo e recear de fazer tudo, Pois a disciplina nos limita assim Fazendo de louca a nossa loucura e prevalecendo sobrepondo a sua. O processo criativo e a imaginação estão recalcados e frustrados, Mas tudo isto também irá passar, Tudo passa inevitavelmente, Pois tudo é ilusão. Como reagir? O que definir? Quem confiar? Porquê procriar? Para quê lutar? A razão do meu chorar, A libertação da minha alegria, O afecto do meu amor por ti. |
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| Ziggy, |
[Jul. 6th, 2007|07:25 am] |
Where's Syd? |
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| Gogol Bordello - start wearing purple |
[Jun. 28th, 2007|04:54 pm] |
Vamos lá dizer toda a verdade e daçemos ao som magnifico da melhor banda do mundo. ;p Obrigado Jay_Man.
Start wearing purple wearing purple Start wearing purple for me now All your sanity and wits they will all vanish I promise, it's just a matter of time...
So yeah, ha
Start wearing purple wearing purple (da da da da da) Start wearing purple for me now All your sanity and wits they will all vanish I promise, it's just a matter of time...
I've known you since you were a twenty, and I was twenty, and thought that some years from now a purple little little lady will be perfect for dirty old and useless clown...
So yeah, ha
Start wearing purple wearing purple (da da da da da) Start wearing purple for me now All your sanity and wits they will all vanish I promise, it's just a matter of time...
So yeah, I know it all from Diogenes to Foucault from Lozgechkin to Passepartout I ja kljanus obostzav dva paltza schto muziko poshla ot Zzukov Mu!... Party!
Start wearing purple wearing purple (da da da da da) Start wearing purple for me now
Start wearing purple for me now!
All your sanity and wits they will all vanish I promise, it's just a matter of time...
So Vio-Vio-Violetta! Etta! Va-va-va-vaja dama ti moja! Eh podayte nam karetu, votetu, i mi poedem k ebenjam!
So yeah, ah start wearing purple wearing purple Start wearing purple for me now All your sanity and wits, they will all vanish I promise, it's just a matter of time!... |
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| Para todos os nossos herois!!! |
[Jun. 26th, 2007|05:54 pm] |
A mais energética e com uma mensagem importantíssima; para mim a melhor música do Bowie... E olhem só para a cena da maluca no fim a tentar chegar ao gajo! LOL Bem, não posto mais Bowie aqui...será então a última... Espero que tenham gostado ;p
Time takes a cigarette, puts it in your mouth You pull on your finger, then another finger, then your cigarette The wall-to-wall is calling, it lingers, then you forget Ohhh, you're a rock 'n' roll suicide
You're too old to lose it, too young to choose it And the clocks waits so patiently on your song You walk past a cafe but you don't eat when you've lived too long Oh, no, no, no, you're a rock 'n' roll suciide
Chev brakes are snarling as you stumble across the road But the day breaks instead so you hurry home Don't let the sun blast your shadow Don't let the milk float ride your mind They're so natural - religiously unkind
Oh no love! you're not alone You're watching yourself but you're too unfair You got your head all tangled up but if I could only make you care Oh no love! you're not alone No matter what or who you've been No matter when or where you've seen All the knives seem to lacerate your brain I've had my share, I'll help you with the pain You're not alone
Just turn on with me and you're not alone Let's turn on with me and you're not alone Let's turn on and be not alone Gimme your hands cause you're wonderful Gimme your hands cause you're wonderful Oh gimme your hands. |
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| Pablo Picasso. |
[Jun. 19th, 2007|12:48 pm] |
Swinging on the back porch Jumping off a big log Pablo's feeling better now Hanging by his finger nails
Swinging on the back porch Jumping off a big log Pablo's feeling better now Hanging by his finger nails
Well some people try to pick up girls They get called assholes This never happened to Pablo Picasso
The girls would turn the colour of a juicy avocado When he would drive down their street in his El Dorado
He could walk down your street Girls could not resist his stare So Pablo Picasso was never called an asshole Not like you Wow!
Swinging on the back porch Jumping off a big log Pablo's feeling better now Hanging by his finger nails
Swinging on the back porch Jumping off a big log Pablo's feeling better now Hanging by his finger nails
He could walk down your street And girls could not resist his stare Pablo Picasso never got called an asshole
Well the girls would turn the colour of a juicy avocado When he would drive down their street in his El Dorado
Well he was only 5'3" But girls could not resist his stare Pablo Picasso never got called an asshole Not in New York Wow!
Swinging on the back porch Jumping off a big log Pablo's feeling better now Hanging by his finger nails
Swinging on the back porch Jumping off a big log Pablo's feeling better now Hanging by his picture nails. |
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| My Death. |
[Jun. 12th, 2007|09:12 am] |
"Coming over through me, in the gates of the paradox, no jugdment to be, just a miss, of what was eternal on the youth to see..." - Syd_Pedro
My death waits like an old roue' so confident, I'll go his way whistle to him and the passing time... my death waits like a bible truth at the funeral of my youth we ploughed for that - and the passing time.. my death waits like a witch at night as surely as our love is bright let's not think about the passing time
But whatever lies behind the door there is nothing much to do... angel or devil, I don't care for in front of that door... there is you.
My death waits like a beggar blind who sees the world through an unlit mind throw him a dime for the passing time... my death waits there between your thighs, your cool fingers will close my eyes lets think of that and the passing time my death waits to allow my friends a few good times befor it ends so
let's drink to that and the passing time..but what ever lies behind the door, there is nothing much to do angel or devil i dont care for in front of that door.. there is you my death waits there among the leaves in magicians mysterious sleeves rabbits and dogs and the passing time my death waits there among the flowers where the blackest shadow, blackest shadow cowers lets pick lilacs for the passing time my death waits there,in a double bed sails of ablivian at my head so pull up the sheets against the passing time but whatever lies behind the door there is nothing much to do angel or devil....i dont care for in front of that door there is........................ thank you. |
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